Estamos outra vez na correria de final de ano. 2011 passou tão ligeiro que nem deu tempo de cumprir as habituais promessas ou atingir as metas idealizadas.
Mas vamos lá, separa a roupa branca, decidam quem vai fazer a lentilha, coloquem o espumante para gelar que o ano 2012 vai começar!
A esperança é o que nos move, sempre esperamos que tudo vai melhorar, que vamos ganhar mais dinheiro, que vamos trabalhar menos (sonha), que todos os “nós” vão desatar, que vamos emagrecer comendo, que a unha encravada vai curar sozinha...
Que bom que somos assim porque pra frente é que se anda. Se para manter esse otimismo e essa vibração positiva, tiver que dar três pulinhos nas ondas do mar, dar o primeiro passo com o pé direito depois da meia noite, usar calcinha ou cueca nova de cor específica, acender um número xis de velas, tudo bem: qualquer ritual é bem vindo se for para atrair bons fluídos e pensamentos.
Não somos o que pensamos? Pensando coisa ruim não há sal grosso nos quatro cantos e nem arruda atrás da orelha que dê jeito na urucubaca.
O ser humano em geral é muito esperançoso; e o brasileiro em particular chega a ser bobo de tão animado, tanto que a virada do ano é agora, mas 2012 só começa de fato depois do carnaval.