quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Tolerância Zero

Podem discordar á vontade do que vou escrever hoje: acho essa história de tolerância zero com bebida alcoólica uma palhaçada.
Em primeiro lugar não tem cadeia para enfiar todo mundo que bebe e sai dirigindo, ou será que pretendem colocar amontoados na mesma cela com bandidos de verdade?
Como a tolerância é zero, não interessa a quantidade que o indivíduo tenha ingerido; só que existe uma grande diferença entre “ter bebido” e “estar bêbado”, concordam?
Vão diminuir os acidentes? Pode ser que sim, mas imprudência, imaturidade, inexperiência... Não dependem de álcool para acontecer.
Claro que as pessoas corretas estão se adequando à nova lei e mudando suas rotinas, mas os “bebuns” de carteirinha não estão preocupados. Coitados dos comerciantes, donos de bares, restaurantes, quiosques e casas noturnas, principalmente aqui no litoral, será um baque na economia local.
Claro que aquela pessoa que bebe até trocar as pernas e enrolar a língua e depois sai dirigindo um carro sem ter o menor reflexo do que está fazendo, tem que ser detida sim e perder a carteira.
Tem que ter tolerância zero com a corrupção no Brasil. Vocês já se deram conta que nunca a corrupção esteve tão solta como agora? São bilhões desviados de nossa educação, saúde, segurança... Político TEM que ter a ficha limpa, obrigatoriamente. Roubou uma galinha quando tinha dezesseis anos? Que pena, jamais poderá ser político. Brigou no baile e foi parar na delegacia? Que pena, jamais poderá ser político. Está sendo investigado? Bem feito, perdeu o cargo! Tem que ser LEI. Poucos que estão no poder permaneceriam, isso que eu chamo de limpeza, ou melhor, tolerância zero!
Essa invenção de pegar no pé de quem bebe socialmente, é só para desviar a atenção dos podres que estão acontecendo por detrás dos panos!
Estou impossível hoje!
Beijocas
Claudia Pelissoli

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Vilão do verão

Chegou o tão esperado verão. Particularmente prefiro o inverno, mas a maioria das pessoas prefere os dias quentes. Com ele vem o calor(ão) e a derradeira hora de colocar o temido biquíni.
Que mulher não treme na base na hora de encará-lo? Talvez as “aleijadas” que não tem celulite e/ou estrias, mas aposto que até elas inventam um motivo para ter vergonha de se olhar no espelho de biquíni. 
Na academia que freqüento, quando as alunas estão reclamando que a ginástica está forçada demais, o professor fala: vamos lá, mais uma série de exercícios, senão o verão de vocês será escondido na Lagoa dos Barros ou na Praia da Solidão! Pronto, todas se lembram do biquíni e se animam a malhar mais. Ahahaha Boa tática!
Sem dúvida ele é o vilão do verão. Mostra tudo. É como estar de calcinha e sutiã em público, sem penumbra para disfarçar, é no claro mesmo ou pior, na luz do sol.
Aquelas muito magras mostram até os ossos, que não têm nada de bonito. Bom mesmo é ser filé!
As branquelas chegam a reluzir no início, depois é um vermelhão só; bronzeado que é bom demora ou não acontece.
As flácidas desfilam um festival de pelancas, o ruim de emagrecer para o verão é isso: sobra pele onde tinham gordurinhas.
As mais gordinhas até encaram um maiô para fugir do desgraçado do biquíni, o que não adianta muito, pois a insegurança é a mesma.
Haja canga para esconder toda essa mulherada.
A melhor alternativa é encarar a praia ou piscina com bom humor, inaceitável é não se aceitar ou deixar de curtir esta estação tão curta do ano. Tomar um banho de sol é bom, renova as energias, apenas devemos fugir do horário nocivo para a pele, preservando nossa saúde!
Beijocas
Claudia Pelissoli