sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ano Novo

O mundo não acabou, mas 2012 já era!
Vamos renovar as energias e entrar com pé direito em 2013, atrair um clima de paz e harmonia para nos proteger de todo estresse em que vivemos.
Só depende de nós fazer dar tudo certo ano que vem ou quem sabe até a  vida inteira. Olha que maravilha: podemos escolher se vamos ser felizes e realizados ou se vamos ficar reclamando em casa que as coisas não dão certo! Nós somos a diferença na nossa vida. Não adianta botar a culpa em nada nem ninguém.
Vamos nos afastar das pessoas que não acrescentam nada de bom na nossa vida e ainda sugam a nossa paciência, bom humor e saúde. É muito fácil: tem muita gente que nos ama e nos faz só o bem, é só saber escolher! É que nem escolher feijão: bota para o lado os estragados e depois os joga na lixeira!
Vamos prestar mais atenção às nossas atividades. Tem tanta coisa que fazemos sem precisar e que só toma o nosso tempo e o nosso dinheiro. Porque mesmo? Nem sabemos. Vamos filtrar para escolher fazer somente o que nos dá prazer e ainda nos traz o progresso. O resto varre pra fora da vida!
A vida é feita de escolhas... Esta frase é tão velha e está sempre na moda.
Um brinde às boas escolhas! É só disso que precisamos no próximo ano.
Feliz Ano Novo!
Beijocas
Claudia Pelissoli

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Então é Natal


Adoro Natal e não é por causa dos presentes, é o clima de esperança, fraternidade e amor que fica no ar. Que bom seria se essa energia permanecesse durante os doze meses do ano.
Acontece alguma coisa mágica em dezembro. As pessoas lembram-se e preocupam-se mais umas com as outras. Todos os grupos de familiares e amigos reúnem-se para confraternizar, trocar lembranças e fazer muitos planos antes de acabar o ano.
Em nenhum outro mês as pessoas fazem tanta caridade, relevam ofensas, fazem as pazes e lembram de Deus.
O planejamento da noite de Natal já é um acontecimento, tudo pensado com muito carinho e capricho. Começando pela decoração: é difícil a casa que não tenha algum adereço alusivo ao Natal no interior ou no pátio. Todo mundo entra no clima porque é contagiante. Tanto que só se usa a palavra ceia para o jantar da noite feliz!
Em tempos de crise, não vamos deixar que a troca de presentes roube a cena. Dá pra demonstrar reconhecimento com coisas simples. O que não dá é presentear todos relacionando o valor com tamanho do amor, assim vai dar muita gente na lista de inadimplentes depois, não é uma boa maneira de começar 2013: atolado em dívidas. Uma colega brincalhona disse um exagero semana passada: “Papai Noel pra mim é um monstro pior que cobrador porque não te dá prazo nenhum, é dia 24 sem adiamento, haja grana!”
Brincadeiras à parte, devemos aproveitar esse clima harmonioso para, principalmente, agradecer todas as bençãos que recebemos diariamente, o ano todo. Estamos tão acostumados a pedir e esperar que esquecemos de agradecer o que recebemos sem nem termos feito o pedido.
Feliz Natal a todos!
Beijocas
Claudia Pelissoli


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Acampar



Acampar é o melhor programa de índio que existe! Quem ainda não se deu este desconforto, não sabe o que está perdendo.
É uma experiência grotesca, porém muito divertida.  As mulheres torcem o nariz para essa ideia porque necessitam de uma estrutura complexa para viver, já os homens se adaptam em qualquer moita.
Mas tudo é válido nesta vida. O ritual começa com a arrumação das malas: leva-se barraca, roupas de cama, de banho, muito repelente, uma farmácia e grande variedade de comida e bebida. Não esqueçam a lanterna. E principalmente os filhos: eles precisam passar por isso para ter o que contar nas rodas de amigos ao longo de sua vida.
Um fim de semana é suficiente. Mais que isso é estresse feminino na certa.
Dois dias sem televisão, computador e celular é interessante para sair da rotina e também para dar valor ao conforto do lar doce lar.
Tomar banho de caneca é tudo de bom.
Ouvir animais desconhecidos caminhando na volta da barraca na madrugada é aterrorizante, mas uma emoção forte de vez em quando é saudável. 
Tomar chimarrão no silêncio do raiar do dia é inebriante, momento para guardar na memória.
Peixe frito de dia, churrasco de noite, quer vida melhor?
Ruim é voltar para casa: uma montanha de roupa pra lavar, carro sujo, alergias estranhas, picadas de insetos pelo corpo... Mas para tudo dá-se um jeito!
Dá um pouco de trabalho, mas é legal conviver com nosso lado selvagem, merecemos um momento “fora da casinha”. Recarregar as energias para o mundo certinho em que vivemos.
Beijocas
Claudia Pelissoli

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Tecnologia




Adoro tecnologia, não tenho vergonha de dizer que não vivo sem um computador, mas confesso que estou me sentindo ultrapassada.
Antes decifrava os manuais dos aparelhos, aprendia com facilidade todos os comandos e ensinava aos demais da casa. De uns tempos pra cá, os filhos assumiram esta função e meses atrás levei o tiro de misericórdia: não consegui ligar a TV e tive que pedir ajuda!
Ou as coisas não são mais autoexplicativas, ou meu alcance está diminuindo.
Comecei a lembrar de que eu jogava videogame de igual para igual com as crianças e parei justamente quando compraram o último modelo: são muitos botões para comandar; enquanto eu penso qual apertar as fases do jogo já passaram, como não domino mais, claro que perdeu a graça!
Quando isso acontecer com o computador, me enfio num asilo.
Cheguei a uma conclusão sobre tecnologia que serve para todos, não só da minha geração: não podemos desistir de aprender nunca, isso é o que nos mantém vivos e atuantes nesse mundo de aparelhos cada vez mais sofisticados.
É simples: não sabe usar? Chama alguém que te ensine e te esforça ao máximo para aprender. Não podemos adotar a postura de deixar para quem sabe. É muito cômodo, mas perigoso.
O ritmo de evolução é frenético, se ficarmos esperando por quem sabe, em pouco tempo estaremos dependendo de todos para tudo: ligar a TV, descongelar no forno micro-ondas, escutar música, entrar na internet, ligar o liquidificador, abrir o portão da garagem, se duvidar, até para puxar a descarga do banheiro que daqui a pouco será digital e cheia de opções! Não é exagero não, se paramos no tempo a tecnologia nos atropela!
Se liga!
Beijocas
Claudia Pelissoli

domingo, 21 de outubro de 2012

Surpresas agradáveis




Dizem que não existe felicidade plena, e sim momentos felizes. Uma boa surpresa nos proporciona momentos de intensa felicidade. Tudo de bom que vem sem estarmos esperando é uma maravilha. Concordam?
A sensação ao ganharmos um presente, por exemplo, é um desses momentos que nos sentimos nas nuvens, porque presente é uma explícita demonstração de carinho. Também pode ser considerada uma troca porque a pessoa que dá o presente sente grande satisfação, afinal, ninguém dá presente contra sua vontade!
As surpresas que surgem sem avisar têm um gostinho especial: coisa boa quando calculamos mal e sobra bem mais troco! 
Quando pensamos que não tem sobremesa e a dona da casa coloca um doce “dos Deuses” bem na nossa frente!
Quando a aula termina bem antes do esperado!
Quando estamos entediados e aparecem vários convites para estar com os amigos!
E quando aquela calça jeans volta a servir no corpinho? É o céu!
Quando achamos algo que estava tão perdido que já tínhamos desistido de procurar?
Acontece tanta coisa boa sem que estejamos esperando, e às vezes nem damos valor.
E tem o outro lado: é perigoso quando agimos só esperando um retorno: nas gentilezas, nos favores, no profissionalismo, no compromisso, na amizade, no amor... Se a retribuição não vem ficamos frustrados, e se vem não é nenhuma surpresa.
O ideal é dar o seu melhor sempre sem cobranças, o que vier depois, será sempre lucro!
Beijocas
Claudia Pelissoli

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O inimigo colesterol


Ultimamente ando em guerra com o tal de colesterol, a idade nos traz estas surpresas não muito agradáveis.
Ganhei um ultimato: ou ele normaliza por bem ou por mal; por mal é com uso de medicamento.
Como sou muito otimista, logo pensei que ia dar tudo certo no final, pois a receita parecia bem simples:
Exercícios físicos regularmente; beleza, isso faço com muito prazer.
Não comer gorduras ou frituras; essa é fácil, pois não gosto mesmo. A não ser quando é um churrasco de costela bem gorda... Mas então encho de farinha de mandioca para não enxergar a graxa, porque o que os olhos não vêem o colesterol não sente!
Tomar só leite desnatado é a mesma coisa que tomar água suja. Iogurte light até dá para encarar.
Usar somente queijo branco. Quem inventou aquele queijo seco e sem gosto?
Não pode passar no pão: margarina, manteiga, maionese ou requeijão, mas pode usar azeite de oliva. No início achei chique, agora tenho vontade de quebrar aquela garrafa. 
Esquecer que existe ovo, principalmente frito, que obviamente é o melhor.
Cortar os doces. Como? Com faca? É isso mesmo, não comer doces que contenham leite, ovo, leite condensado ou creme de leite, ou melhor, doce nenhum.
Chocolate é coisa do passado. Felicidade também.
Bolachas (adoro) somente umas que parecem isopor, com gordura zero. Elas fazem bastante barulho na boca, a gente até esquece que não são boas.
Sabe aquelas comidas que tem molho branco, queijo e creme de leite? São ótimas para quem não precisa controlar o colesterol.
Logo eu que era a rainha da confeitaria, dos bolos e guloseimas!
Começo a pensar que tomar o medicamento é mais fácil...
Beijocas
Claudia Pelissoli

domingo, 9 de setembro de 2012

Notícia ruim



Porque a notícia ruim se espalha como fogo em palha e a boa não?
Numa cidade pequena como a nossa isso é mais visível ainda. Esses dias me ligaram noticiando o falecimento da mãe de uma amiga; imediatamente liguei para mais três amigas e combinamos até a hora que íamos ao velório! Cada uma dessas três ligou para mais umas tantas e a coisa se espalhou facilmente na velocidade da luz. Poucos minutos depois ligaram de volta dizendo que era engano: os nomes eram parecidos, mas não se tratava da mesma pessoa. Imaginem a confusão que isso deu? Já tinha gente chorando e a “defunta” bem sentada olhando a novela!  Se a notícia fosse boa, ninguém tinha ficado sabendo.
Têm mães que não pregam os olhos a noite toda enquanto os filhos estão na rua, nas festas... Pura perda de tempo! Se algo ruim acontecer com eles, o telefone toca poucos segundos depois. O pior é que no outro dia os filhos dormem o dia todo e elas estão acordadas com cara de ressaca fazendo suas tarefas. Não perco meu sono com isso, apenas dou as recomendações de sempre, rezo pedindo a Deus que os proteja e durmo feito uma pedra!
Se alguém se acidenta feio e se quebra todo, a notícia corre quilômetros, é uma comoção geral; quando o sortudo sai do hospital saudável e recuperado, ninguém noticia e demonstra felicidade.
Quando um casal resolve casar pouca gente comenta, mas se o mesmo casal se separa vira celebridade instantânea: a vida deles é esmiuçada para descobrir os motivos da separação, inventam mil histórias, até quem nem os conhece quer saber os detalhes sórdidos!
Uma pessoa ou uma empresa pode ser profissional nota mil décadas a fio, mas se der um passo torto, um deslize qualquer sem querer, o que é absolutamente normal... Meleca: o trabalho excelente de uma vida toda é esquecido e prevalece o rótulo negativo.
A notícia ruim dá mais ibope, se espremer a televisão e os jornais sai sangue. Notícia boa não atrai expectadores, é que nem os três minutos de intervalo comercial, a gente levanta e vai fazer alguma coisa.
Aposto que se o título deste texto fosse notícia boa, poucos leriam...
Beijocas
Claudia Pelissoli

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Um alerta chamado Margarete


Margarete foi minha manicure durante 22 anos. Toda sexta-feira fazia minhas unhas e falávamos muitas bobices. Cumplicidade total.
Vocês acreditam que ela me deixou semana passada? Tinha apenas 42 anos, era uma menina ainda (como eu), com muita coisa para viver... Simplesmente se foi. Enfartou sem tempo para despedidas, até nisso ela foi discreta.
Era tão importante que quando meu filho era pequeno pedia pão com Margarete, ao invés de margarina.
Uma pessoa bonita, por dentro e por fora.  Fico relembrando esses anos como um filme...
Ela dizia: de que cor vai pintar tuas unhas hoje? Essa cor não, por favor, escolhe uma mais bonita! Hoje o teu semblante está para tal cor, eu sei melhor que tu! E o teu pé, já está bem feio, com unhas bem compridas?  Assim que eu gosto! Que tom de branco tu quer? Transparente, total ou perolado? Ajeita essas pernas embaixo da mesa, cruzes, parece que tem mais de duas pernas!
Quero aqui prestar minha homenagem a uma amiga que jamais vou esquecer e também fazer um ALERTA: cuidem da sua saúde! Cuidem de vocês! Pratiquem um exercício físico, tenham atividades de lazer, aliviem o estresse de alguma maneira.
Ser uma ótima mãe, esposa e dona de casa nos enche de orgulho, mas não previne doenças.  Quando o corpo envia sinais de que algo não está bem, não podemos deixar para a última hora. Só tomar medicamentos para dor não resolve o problema e esconde doenças perigosas. Ela estava à beira da morte, com uma dor abdominal que não devia ser tão forte, pois trabalhou o dia todo. Além disso, de noite há pouco recurso (exames),  o que dificulta um diagnóstico preciso.
Devemos fazer exames preventivos regularmente, e se estivermos com algum sintoma anormal, devemos procurar um médico e investigar melhor. Todo o resto pode esperar...
Não é egoísmo se colocar em primeiro lugar. Primeiro EU, é assim que deve ser. O mundo vai continuar girando, tudo realmente pode esperar!
A saúde é nosso bem maior. Nada vale mais, não nos esqueçamos disso.
Cada tem a sua hora eu sei, mas não devemos facilitar.

Beijocas
Claudia Pelissoli

sábado, 11 de agosto de 2012

Campanha Política



Ninguém gosta de campanha política (nem eu), mas é um mal necessário. Até bem pouco tempo atrás não gostava de falar neste assunto e nem queria saber quem eram os candidatos, decidia na hora da urna para quem ia meu voto, creio que muita gente faz assim.
Nossa postura não pode mais ser esta. Temos que ser mais críticos e analisar os candidatos. Quais estão com verdadeira vontade de trabalhar por nossa cidade? Quais devem se reeleger? Qual o histórico de vida de cada um? Qual a formação deles? Qual a experiência profissional? Lembrem que eles vão gerir o nosso município e indiretamente a vida de cada cidadão. Toda esta responsabilidade é nossa, não podemos ficar alheios ao que está acontecendo.
Nós eleitores temos muitas vantagens: não somos obrigados a nos vincular a nenhum partido, podemos votar em pessoas ou em siglas conforme nossa simpatia individual, o voto é secreto, a internet nos mostra um RX de cada candidato, não precisamos ir a nenhum comício para saber de tudo.
Também temos obrigações no papel de eleitores: não podemos aceitar (ou pedir) nenhum tipo de favor ou promessa de vantagem. Devemos sim, é pedir esclarecimentos e explicações sobre as intenções e projetos dos candidatos (de todos os partidos), para depois então decidir.
O candidato tem a obrigação de provar que é ético, honesto e comprometido. Muitos se preocupam mais em apontar os defeitos dos outros, do que em mostrar seu potencial, as suas qualidades e as suas ideias. Nosso Congresso Federal está completamente desacreditado por pura falta de ética e honestidade. A culpa é nossa (eleitores) por votar em pessoas sem escrúpulos. Para reverter esse quadro, temos que ter critérios rígidos para eleger de agora em diante, a fim de vislumbrar uma política ideal daqui uns anos.
É uma chatice isso tudo? É. Principalmente para quem não gosta de política. A notícia boa é que a campanha dura pouco (ufa), não custa nada sermos mais atentos e informados.
Estou otimista (juro), Osório está bem servido de candidatos!
Que vençam os melhores!
Beijocas da cidadã
Claudia Pelissoli

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Máquina de lavar roupas

Não é fácil ser dona de casa, é uma rotina desgraçada, um serviço que não aparece e é pouco valorizado.
Nasci na época certa, a meu ver, a máquina de lavar roupas é a verdadeira rainha do lar. Até bem pouco tempo as mulheres lavavam roupas na beira do rio (Deus me livre), e ainda tem muitas que enfrentam o que para mim é o vilão da casa: o tanque.
Gosto muito de limpar a casa, passar roupas, até cozinhar... Mas lavar roupas é bucha. Me manda rachar uma lenha, mas não me pede para esfregar uma roupa!
Dá uma raiva quando alguém diz que lava as roupas à mão antes de colocar na máquina... Dá vontade de internar a louca! Tem coisa mais inútil que esfregar meia de criança? É muita perda de tempo, meia de criança é encardida mesmo, nada vai mudar essa situação, a não ser que ela não brinque e não ande sem sapatos. Existe criança assim?
Odeio sabão em barra porque lembra tanque. Se tanque sofresse de solidão, o meu já tinha se matado! E se a soberana máquina de lavar não tirou a mancha da roupa? Que pena, só lamento. Eu me amo, então, basta que as roupas estejam cheirosas quando saem da máquina!
Alguém sabe o que é quarar roupas? É ensaboar e colocar no sol, dizem que o astro rei esfrega e tira as manchas. Nunca tentei para saber.
Sabem quando entro em pânico? Quando a máquina de lavar dá sinais de que vai estragar, fico sem chão, meu mundo desaba. O moço vem arrumar e fico na volta toda preocupada: é grave? Ela vai ficar bem? Fico bem mais tranqüila se estragar a geladeira, o fogão ou a TV.
Já o rei do lar é o aspirador de pó, vassoura só se for para voar e lançar feitiços! AHAHAHAH
Beijocas da dona de casa
Claudia Pelissoli

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Psicologia maluca

A psicóloga da faculdade foi na sala de aula interagir com os alunos. Pediu para que cada um dissesse seu nome, uma palavra que resumisse seu momento de vida e uma breve explicação. Foi um “auê”, uma mistura trágica e cômica.
Foi engraçado porque naquele dia todos estavam propícios ao divã... Mais de vinte pessoas expondo seus sentimentos, impossível um não se reconhecer no outro, porque os medos e os anseios são semelhantes.
As metas que traçamos para nossa vida não são muito diferentes das outras pessoas, então foi uma troca de experiências e também de ajuda para driblar os obstáculos.
Quando nos auto avaliamos pode ser que não gostemos do que vêm à tona, mas é necessário saber rir das dificuldades, para que elas percam a força.   
A minha palavra foi esforço. E a explicação foi: focar no esforço e não na dificuldade. Se não conseguir, é preciso sentir que se fez o melhor porque nenhum esforço é em vão. As pessoas exigem demais de si mesmas e esquecem de valorizar o baita esforço que fizeram. Ás vezes conseguem pouco, mas com muita batalha. Pior é desistir ou não tentar.
Valorizar-se é o caminho. Caminhar com as pessoas próximas facilita muito, porque um dá força para o outro. Todo ser humano tem um lado bom, não custa nada nos fazermos de cegos para os defeitos alheios, até porque nós também não somos perfeitos.
Não devemos nos amarrar ao medo, ao desânimo ou à saudade dos que partiram. As perdas acontecem justamente para nos fortalecer.
A conversa fluiu bem humorada, com muitas revelações e risadas, uns foram chorar na rua, mas todos se conheceram melhor. Acho que ninguém ficou traumatizado, talvez a psicóloga...
Beijocas e boas férias a todos os estudantes!
Claudia Pelissoli

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Decisões


É tempo de mudanças. Você aí que não sabe se casa ou compra uma bicicleta, a hora é agora!
Decisões geram mudanças, estas por sua vez exigem adaptações e haja cabeça para administrar toda essa encrenca!
O rumo de nossa vida não pode ser decidido no impulso, de uma hora para outra, sem analisar todos os caminhos à curto, médio e longo prazo; precisamos ter segurança que alcançaremos nossos objetivos com êxito. Mas como?
Somos camaleões nos adaptando aos diversos ambientes que convivemos, e devemos aproveitar todo aprendizado, adquirir o máximo de experiência em todas as oportunidades que nos aparecem, assim teremos maturidade e confiança ao tomar decisões. Ninguém está aqui na terra a passeio!
Quando corremos atrás de nossos objetivos com otimismo, geramos uma energia boa, o que faz com que o universo conspire a nosso favor. Isso não é sorte, é merecimento!
Da mesma maneira, quando “metemos os pés pelas mãos”, tomamos decisões erradas e não podemos reclamar que as mudanças ocorridas não são favoráveis.
A única maneira de atrair coisas boas (em todos os sentidos) é estando em sintonia com o nível desejado. Harmonia não cai de pára-quedas na vida de ninguém!
Se escolhermos passar por cima dos outros, seremos pisoteados mais adiante.
Se desejarmos (ou fizermos) o mal, ele volta como um bumerangue bem na nossa nuca. Isso não é castigo, também é merecimento!

Beijocas
Claudia Pelissoli

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Adeus

Impossível não sentir hoje este jornal meio apagadinho, meio sem brilho. Ficará um vazio no espaço da crônica esportiva, inteligente e bem humorada do Ademir Brum, retratando o cotidiano de Osório de uma forma simpática, engraçada e crítica. Um legítimo cidadão no sentido amplo da palavra, comprometido, contribuía em vários segmentos da nossa cidade, uma presença realmente marcante.
Ele se foi, em compensação o que foi escrito não se apaga, continuará vivo sempre.
Fiquei pensando sobre isso: as palavras se perdem no tempo, os sentimentos esmorecem também, mas o que foi escrito tem um valor diferenciado, é imortal.
Mesmo que pegue fogo nos papéis dele, há o acervo do jornal, computador, pen drive; o que foi escrito persistirá. É a principal herança que uma pessoa pode deixar e uma das poucas que pode amenizar a saudade.
Pena que são poucas as pessoas que têm o hábito de escrever, de colocar no papel suas percepções, seus sentimentos, suas previsões, suas conquistas, suas opiniões, as piadas que fazem com a própria desgraça, as cenas que ficaram marcadas na sua memória, os planos para o futuro... Cada um tem o seu tesouro interior.
Nunca sabemos quando seremos chamados. Cada um tem sua hora. Essa viagem é especial, não dá tempo de arrumar as malas e nem se despedir deixando uma mensagem.
Na verdade aqui na terra somos todos operários. Quando alguém é chamado para o andar de cima, é porque se destacou e foi promovido.
Tenhamos a certeza de que fará um ótimo trabalho lá também!
Até mais Ademir!