sábado, 3 de agosto de 2013

Amor



Assisti uma palestra maravilhosa sobre amor esta semana. Pedi a permissão do palestrante Jerri Almeida para comentar suas palavras.
Ele falou sobre quatro formas de amor:
O amor conjugal, quando o casal passa pela fase da paixão inicial, que dura em torno de três anos e continua construindo o amor ao longo do tempo, enfrentando as dificuldades e se reconquistando sempre.
O amor de família, entre pais e filhos. Um amor que começa na gestação e se perpetua durante a vida; educando, ensinando, cuidando uns dos outros, aprendendo a conviver com pessoas do mesmo sangue e muitas vezes de gênios tão diferentes.
O amor que existe numa grande amizade. Amor de amigo é desapegado, sem obrigações nem cobranças, espontâneo e livre.
E por fim o amor de doação, aquele incondicional, que não é por uma pessoa, mas por muitas ou por uma causa, onde temos como exemplo Madre Tereza ou Chico Xavier, porém existem muitas pessoas anônimas comprometidas com a humanidade.
A palavra amor é cheia de significados:
A= afeto, que é a manifestação mais espontânea e aparente em qualquer relação de amor.
M= martírio, não no sentido de sofrimento, mas porque não existe amor sem sacrifícios naturais.
O= oferecimento, com o significado de ir ao encontro de; como também de doação de si, que deve acontecer entre as duas partes.
R= respeito, que dispensa comentários porque é a base de qualquer relacionamento.
Por fim ele disse que o amor de mãe também é incondicional, porque ela ama até se o filho for ingrato e sempre perdoa.
Nem precisa dizer que a palestra era muito mais linda e profunda do que este texto, mas quis compartilhar com vocês esses pensamentos.
Beijocas
Claudia Pelissoli



Idosa



Que maravilha se chegarmos aos 88 anos com a lucidez e a energia da vó de uma amiga minha.
Ela contou que a vó sempre tem conselhos espirituosos para dar. Alertou que se o casal não pratica sexo regularmente, perde o hábito. Viuvou muito nova e diz que não faz sexo desde que o marido faleceu (cerca de 40 anos). O marido era namorado de uma amiga quando se apaixonaram, então ele largou a amiga para ficarem juntos. A neta pergunta: e a amiga vó? Como ficou? Ela responde: ah já morreu, acho até que foi de desgosto!
Ela já programou seu funeral nos mínimos detalhes. Está com o dinheiro separado para o caixão, e quer que o velório seja na sala da sua casa. A neta argumenta que hoje em dia é em capelas, não se faz mais na residência da pessoa, que é ruim ficar com essa lembrança dentro de casa... Ela argumenta dizendo que até já trocou o piso da sala recentemente, que prefere que seja lá, que velório de gringo não tem essas frescuras.
Também quer que tenha muita carne e pão no dia fatídico. Que o pão é a fulana que tem que fazer (uma das filhas). E que não quer ninguém chorando!
Esse tipo de vó será cada vez mais frequente. Nas últimas décadas a expectativa de vida da população vem aumentando. A medicina e o estilo de vida estão contribuindo para que os idosos envelheçam com mais saúde e vitalidade.
Geriatra é o profissional da vez: trata as pessoas desde novas até a velhice, com uma medicina preventiva de doenças, que acompanha as fases da vida, repondo vitaminas e minerais e mantendo o equilíbrio do corpo. Estou frequentando o consultório de um geriatra já fazem alguns anos e dou um conselho: escolham e seu e comecem a visitá-lo pelo menos uma vez ao ano!
Esse negócio de "véios gagás" não existe mais.
Beijocas
Claudia Pelissoli