quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Uma nova era




Foram 29 anos a frente de uma padaria. É uma vida.
Sábados, domingos e feriados no batente.
Cansativo mas compensador.
Muitas amizades nasceram ali.
A turma do cafezinho ao meio dia falando besteirol.
As vovós contando causos.
Quantas crianças que vimos crescer e hoje levam seus filhos!
Muitos clientes de cidades vizinhas que “batem o ponto” lá semanalmente a nos elogiar.
Comerciantes de todos os segmentos que descansam a cabeça fazendo um lanche.
Trabalhadores em geral que levam produtos para todos os bairros da cidade.
Todos os funcionários atuais e os que passaram ao longo do tempo, pessoas maravilhosas que nos ensinaram muito.
O Professor Paulinho, figura especial que muito nos ouviu, deu opinião, alegrou e até aulas nos deu.
Tudo nesta vida vale a pena. Somos muito gratos por essa vivência.
Mas também estamos felizes por alçar novos vôos!
Jamais iremos virar as costas para o lugar sagrado de onde tiramos nosso sustento todos estes anos.
Agradecemos o carinho, o respeito e a preferência de todos e esperamos que assim continue.
Tudo está no mesmo lugar e assim vai continuar.
Estranho é entrar lá agora como cliente... Mais um aprendizado a nos desafiar.
Desejamos muita harmonia aos novos gestores deste tradicional estabelecimento. Todo trabalho com amor e dedicação gera bons frutos. Que Deus ilumine seus passos.
Muito sucesso Padaria Renascença!

Beijocas
Claudia Pelissoli



sábado, 12 de janeiro de 2013

Calorão



Hoje não sei o que escrever e quando as pessoas estão sem assunto geralmente falam do tempo, não é?
Nunca tinha visto um calor como aquele do dia 25 de dezembro aqui em Osório. Já imaginaram se faz aquela temperatura uma semana ou mais? Seria o verdadeiro fim do mundo, eu morreria de irritação. Aquilo é o que entendo por aquecimento global.
Moramos numa região muito privilegiada. Não faz muito calor no verão e nem muito frio no inverno. Esse vento que a gente sempre reclama é a nossa salvação.
Visitei Palmas no Tocantins uns dois anos atrás. Quando pisamos fora do avião, minha irmã perguntou: abriram as portas do inferno? É sem explicação o calor lá, sufocante e desesperador. Quando anoitece, não refresca nada, a única diferença é que não tem o sol, mas o calor é o mesmo. Aventuramo-nos a ir “bater perna” no centro da cidade em plena tarde, andamos apenas duas quadras, baixou nossa pressão e pensamos que íamos desmaiar, ficamos moles e sem energia, parecíamos três patetas. Um horror essa sensação. O bom é que o calor é seco, sem nenhuma gota de suor, acho que o coitado evapora no instante em que se cria. O ruim é que em todos os locais tem ar condicionado ligado no máximo, a gente ferve e congela várias vezes no dia. É assim o ano inteiro, que mesmice sempre saber como será a temperatura no outro dia!
Amei a viagem, mas se fosse morar lá sentiria muita saudade do inverno porque adoro um casaco e um cobertor!
Um ótimo verão à todos!
Mil beijocas
Claudia Pelissoli