Hoje não sei o que escrever e quando as pessoas estão sem assunto
geralmente falam do tempo, não é?
Nunca tinha visto um calor como aquele do dia 25 de dezembro aqui em
Osório. Já imaginaram se faz aquela temperatura uma semana ou mais?
Seria o verdadeiro fim do mundo, eu morreria de irritação. Aquilo é
o que entendo por aquecimento global.
Moramos numa região muito privilegiada. Não faz muito calor no
verão e nem muito frio no inverno. Esse vento que a gente sempre
reclama é a nossa salvação.
Visitei Palmas no Tocantins uns dois anos atrás. Quando pisamos fora
do avião, minha irmã perguntou: abriram as portas do inferno? É
sem explicação o calor lá, sufocante e desesperador. Quando
anoitece, não refresca nada, a única diferença é que não tem o
sol, mas o calor é o mesmo. Aventuramo-nos a ir “bater perna” no
centro da cidade em plena tarde, andamos apenas duas quadras, baixou
nossa pressão e pensamos que íamos desmaiar, ficamos moles e sem
energia, parecíamos três patetas. Um horror essa sensação. O bom
é que o calor é seco, sem nenhuma gota de suor, acho que o coitado
evapora no instante em que se cria. O ruim é que em todos os locais
tem ar condicionado ligado no máximo, a gente ferve e congela várias
vezes no dia. É assim o ano inteiro, que mesmice sempre saber como
será a temperatura no outro dia!
Amei a viagem, mas se fosse morar lá sentiria muita saudade do
inverno porque adoro um casaco e um cobertor!
Um ótimo verão à todos!
Mil beijocas
Claudia Pelissoli
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