A psicóloga da faculdade foi na sala de aula interagir com os alunos. Pediu para que cada um dissesse seu nome, uma palavra que resumisse seu momento de vida e uma breve explicação. Foi um “auê”, uma mistura trágica e cômica.
Foi engraçado porque naquele dia todos estavam propícios ao divã... Mais de vinte pessoas expondo seus sentimentos, impossível um não se reconhecer no outro, porque os medos e os anseios são semelhantes.
As metas que traçamos para nossa vida não são muito diferentes das outras pessoas, então foi uma troca de experiências e também de ajuda para driblar os obstáculos.
Quando nos auto avaliamos pode ser que não gostemos do que vêm à tona, mas é necessário saber rir das dificuldades, para que elas percam a força.
A minha palavra foi esforço. E a explicação foi: focar no esforço e não na dificuldade. Se não conseguir, é preciso sentir que se fez o melhor porque nenhum esforço é em vão. As pessoas exigem demais de si mesmas e esquecem de valorizar o baita esforço que fizeram. Ás vezes conseguem pouco, mas com muita batalha. Pior é desistir ou não tentar.
Valorizar-se é o caminho. Caminhar com as pessoas próximas facilita muito, porque um dá força para o outro. Todo ser humano tem um lado bom, não custa nada nos fazermos de cegos para os defeitos alheios, até porque nós também não somos perfeitos.
Não devemos nos amarrar ao medo, ao desânimo ou à saudade dos que partiram. As perdas acontecem justamente para nos fortalecer.
A conversa fluiu bem humorada, com muitas revelações e risadas, uns foram chorar na rua, mas todos se conheceram melhor. Acho que ninguém ficou traumatizado, talvez a psicóloga...
Beijocas e boas férias a todos os estudantes!
Claudia Pelissoli
Muito boa como sempre...passamos pela mesma experiencia, foi bom mesmo saber um pouquinho mais daqueles q no começo pouco conhecíamos! Hj depois depois de quase dois anos tenho a grata companhia de te-la por perto, sendo que és um belo exemplo de aluna, mulher...enfim uma orgulho nossa "oradora"! Bjus!
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