Desde
que juntaram um ser humano com outro no mundo, existe a inveja.
Tem
gente que chega a ter gordura localizada nos olhos, é o famoso olho
gordo!
Difícil
um nível saudável deste sentimento, porque ele caminha muito perto
da maldade. Pessoas puxam o tapete de outras e se justificam com a
própria consciência dizendo que estão apenas se defendendo.
Tem
gente que fica famosa com o seu poder de inveja: animais domésticos
e plantas secam e morrem em poucas horas, com um único olhar de
cobiça! Por isso dizem que os bichinhos e plantas protegem o lar, o
raio cai neles desviando a força do verdadeiro alvo: o dono da casa.
Todo
mundo tem uma história de invejoso para contar, algumas nem dá para
acreditar. Há quem chegue ao extremo de prejudicar a si mesmo,
achando que está atrapalhando o sucesso de outra pessoa, é a inveja
cega.
Se
fala muito na inveja boa, que é quando até existe o desejo de estar
no lugar da outra pessoa, mas com a alegria de ver aquela pessoa
conquistando e desejando que ela prospere ainda mais.
O
silêncio e a indiferença são o pior castigo para o invejoso porque
neutralizam seu veneno. Se não conseguem abalar as estruturas do seu
alvo, mordem o próprio rabo de raiva.
Comparo
nossas atitudes e pensamentos com um bumerangue: tudo o que vai,
volta.
Tem
uma frase de humor que diz mais ou menos assim: “Quando
lhe atirarem uma pedra, faça dela um degrau e suba... Só depois,
quando tiver uma visão plena de toda a área, pegue outra pedra e
acerte
o indivíduo que te sacaneou.”
Não devemos entrar nessa energia, e sim
preservar nosso estado de espírito, tentar ser luz e amor, amizade e
alegria, bom humor e paz interior.
Construir
um final feliz para nossa vida na moral, na classe.
Uma
semana sem inveja para todos.
Beijocas
Claudia
Pelissoli
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