quinta-feira, 4 de julho de 2013

Fisioterapia



Aprendi que lesões acontecem.
Fui parar na fisioterapia por conta de esforço exagerado numa corrida: o tal tendão de aquiles ameaçou romper relações comigo. A situação se agravou pela demora em procurar tratamento, ou seja, burrice mesmo. Tudo culminou no castigo de três meses sem poder se exercitar.
Mas não desanimei. Ainda acho que todo ser humano deve praticar exercícios em qualquer idade: pela sua saúde, pra ativar o metabolismo, espantar o estresse, levantar a auto estima, queimar aquelas comidas maravilhosas que comemos, etc. Mas quanto mais velhos ficamos, mais importante obedecer nossos limites, que são cada vez menores.
Essa é a parte difícil: admitir e respeitar que o nosso limite diminui com o tempo. A diferença é que quando somos jovens e abusamos "não dá nada". Mas se é depois dos "enta" a musculatura já perdeu um pouco do viço... Aí dá fisioterapia!
Ainda bem que tudo tem o lado bom. Ao frequentar a clínica da fisioterapeuta, notei que não sou a única. Muito pelo contrário, encontrei muita gente na mesma situação: se lesionaram na ginástica, acidentes, pós fraturas, por movimentos repetitivos no trabalho ou a coluna que insiste em sair do prumo, e assim por diante: todo mundo terá (se ainda não teve) um motivo para fazer fisioterapia.
Então lá é praticamente um "point" de encontro, todo mundo no mesmo barco: dor, tratamento, paciência, e no final, bons resultados.
O negócio é rir para não chorar, afinal de contas, é melhor encontrar os conhecidos nas sessões de fisioterapia do que em velórios. E esse dia também vai chegar!
Mil beijocas
Claudia Pelissoli


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